sexta-feira, 27 de agosto de 2010

TATUAGEM Dor. Prazer. Moda. E muita vaidade.

COLEÇÃO REPÓRTER ESPECIAL
Autor: Apoenan Rodrigues
Editora Terceiro Nome, 2008
"Algumas vezes por vaidade, outras para ter o nome da pessoa amada gravado na pele, ou para ficar na moda - sempre como uma busca de concretizar algo no próprio corpo. Essas são algumas das explicações que os psicólogos encontram para o fato de alguém querer marcar seu corpo com uma tatuagem."

A apresentação do livro "TATUAGEM. DOR. PRAZER. MODA. E MUITA VAIDADE." de Apoenan Rodrigues, Jornalista que escreveu uma pequena introdução à história da tatuagem.

Eu li este livro nesta terça-feira, apaixonada por tatuagens estou esperando minha filha nascer e os médicos me "liberarem" para ser "picada" novamente. Tenho duas uma no pescoço (minha primeira e pequena) e outra na batata da perna esquerda um Buda sentado em uma flor de lótus, um tema que pretendo seguir em minhas próximas tatuagens, que por sinal já estou elaborando os desenhos.
Mas o que tem haver esse livro?? Bem como amante dos livros encontrei nesse texto de Apoenan um bom esclarecimento para quem tem ou planeja se tatuar. Apresentando a história de Alaor Vieira - ex-bartender do clube noturno Madame Satã, em São Paulo. Percebe-se que a paixão por tatuagens se tornou algo frustante na vida deste personagem. "ele chegou a tatuar o rosto e a cabeça, transformando-se numa figura exótica, comentada. Hoje, ele diz: se pudesse, eu tiraria as tatuagens. O que me incomoda é o olhar humano. Eu tiraria para me adaptar melhor à sociedade".

Esse é o problema que muitas pessoas enfrentam por ser "diferente" da sociedade. As pessoas ainda hoje associam tatuagens à marginais, criminalidade. Mas ainda bem que isso vem se tornado menos constante, pelo menos em grandes cidades como São Paulo. Os grandes centros se tornam o refugio dos amantes das tatuagens ao contrário das cidades pequenas onde são vistos como ET's.
Mas algo que é apontado no livro e que deve ser levado em consideração para qualquer pessoa que queira se tatuar é estar muito certo disto, pois é uma marca que é levada para sempre em seu corpo, algo que particularmente, acredito que faz parte de sua vida, por isso algumas pessoas por pura "empolgação" acabam se arrependendo de suas marcas e acaba gastando mais para se livrar do desenho. Hoje várias técnicas à laser faz este tipo de trabalho, mas a grana gasta por sessão que é o horror desse arrependimento.
No livro você encontra diferentes opiniões, o caso de Alaor que acabou arrependendo-se de suas marcas, uma pequena história da tatuagem pelas culturas, sobre a VJ Penelope Nova que adora suas tattoos, os pioneiros do Brasil em tatuagens e piercings, e as opiniões de especialistas como psicológos e dermatologistas.
Vale a pena a leitura para quem está disposto a enfrentar as agulhas seja no piercing ou nas "maravilhosas" Tattoos. Para os que querem digo: Pensem bem no que querem tatuar e para os que já tem não se empolguem tanto.


quarta-feira, 15 de julho de 2009

Andy Warhol


Em homenagem à Andy Warhol, dedico este trampo!

Andrew Warhol é o artista mais conhecido da pop art e um dos mais polifacetados desse movimento. Depois de estudar desenho, trabalhou como desenhista publicitário em Nova York. No final dos anos de 1950, já utilizava em suas obras motivos oriundos da publicidade, empregando tintas acrílicas. Nos anos de 1960, escolheu como tema para suas obras artigos de consumo cotidiano, como latas de sopa e garrafas de Coca-Cola; ídolos populares, como Marilyn Monroe e Elvis Presley; e imagens da história da arte, como a Mona Lisa, reproduzindo-as em série com diversas variações cromáticas. Warhol refletiu também a imagem mais negativa da moderna sociedade norte-americana (distúrbios raciais e execuções capitais), fazendo uso de materiais acrílicos, combinados com a técnica de colagem. As suas idéias artísticas e os seus filmes underground, atingindo até 25 horas de duração, materializavam-se em seu ateliê nova-iorquino, onde trabalhava com amigos e colaboradores. A partir de 1970, empreendeu diversas experiências multimídia com o grupo de rock Velvet Underground. Embora rejeitando uma arte subjetiva e comprometida (queria ser uma máquina), a sua obra serviu para julgar, de um ponto de vista crítico, a moderna sociedade industrial. Baseando-se no dadaísmo, Warhol desenvolveu novas formas de integração entre os conceitos plásticos e a realidade.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

O Video - Tocando Violão

Tocando Violão - Video Arte

“Arte Conceito” é acima de tudo uma arte na qual o material são os “conceitos”, uma vez que os “conceitos” são estritamente vinculados à linguagem, a arte conceitual é um tipo de arte na qual o material é a linguagem. (Wood, 2002)
Este vídeo-art, usa da arte conceitual para validar seu conceito de obra, por se tratar de um movimento um pouco incompreensível, segundo Sol Lewitt em seu artigo intitulado “Parágrafos sobre a Arte Conceitual”. Nesse artigo o artista organiza as reflexões já existentes na área sobre uma arte que se desenvolve somente no campo das idéias, abandonando um pouco a materialidade da obra de arte. (http://www.artepratica.com/especiais/page64/page64.html)
Nam June Paik considerado o pai da videoarte, foi objeto de pesquisa para esse trabalho que segue a linha da contemporaneidade, segundo Beiguelman, Nam June Paik foi de principal importância para as artes visuais e principalmente da videoarte ao "introduzir, por um lado, novas noções de escala e espacialidade e, por outro, relações inéditas entre arte e meios de comunicação". (http://entretenimento.uol.com.br/arte/ultnot/2006/01/30/ult988u503.jhtm)
Neste trabalho procurou-se apresentar um objeto dando-lhe o conceito do vídeo. Tocando violão, tanto é uma expressão que remete ao ato de tocar, tirar som do instrumento, quanto o tocar de outra forma, colocar as mãos no objeto, descrevê-lo como obra. De forma a provocar no espectador a desaprovação do ato ou a reflexão do mesmo.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Vetores


Aquí estão alguns trabalhos feitos em Corel Draw X4 e Photoshop Cs3.